sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL

Revelado mecanismo por trás da rejeição do transplante de órgãos.


  A descoberta sugere novas terapias para evitar a rejeição crônica em pacientes transplantados e impedir a progressão do câncer


                                                                                        Foto: Divulgação / UCLA
   Pesquisadores da Universidade da Califórnia (UCLA), Estados Unidos, identificaram o responsável pelas rejeições crônicas nos transplantes de pulmão, coração e rim.
As descobertas sugerem novas abordagens terapêuticas para a prevenção da rejeição de transplantes e impedir a progressão do câncer.
   A equipe se concentrou no mecanismo por trás do estreitamento dos vasos sanguíneos enxertados dos doadores, que impede o sangue de chegar ao órgão transplantado. Sem oxigênio e outros nutrientes, o órgão eventualmente falha, obrigando o paciente a voltar para a fila do transplante.
    "A rejeição crônica é a principal causa de falha do órgão no primeiro ano do transplante", explicou Elaine Reed, diretora do Centro de Imunogenética da UCLA. "Nos primeiros cinco anos, cerca de 40% dos órgãos após o transplante falham devido ao bloqueio dos vasos sanguíneos do enxerto. Atualmente, não temos maneira de tratar esta doença mortal ".
   Pesquisas anteriores descobriram que os pacientes cujos sistemas imunológicos fabricaram anticorpos para os antígenos leucocitários humanos (HLA) do doador tiveram maior risco de rejeição crônica.
   Neste estudo, Reed e seus colegas olharam como as moléculas HLA no tecido do doador ativam a resposta imunológica do paciente. A equipe examinou como os anticorpos do paciente acionam os sinais que estimulam o crescimento excessivo das células que revestem os vasos sanguíneos dentro do órgão transplantado.
   Os cientistas descobriram que a capacidade do HLA para estimular o crescimento celular e a circulação depende de um relacionamento com outra molécula, chamada integrina beta 4.
   "A integrina permite que as células sobrevivam e se espalhem, fator essencial para a progressão do tumor", disse Reed. "Nós suspeitamos que a integrina sequestra o HLA e assume suas funções. Quando suprimida a integrina, o HLA foi incapaz de fazer as células crescerem e se mover".
Inversamente, quando a equipe suprimiu o HLA, a integrina não pode mais suportar a comunicação das células com o ambiente. A descoberta mostra que o HLA é necessário para as funções regulamentadas pela integrina, como o movimento celular.
   "O nosso é o primeiro estudo a demonstrar uma ligação física e funcional entre o HLA e a integrina", disse Reed. "O papel do HLA em ajudar a integrina é uma função totalmente nova, que nunca descrita antes".
    Os resultados da pesquisa oferecem informações sobre os mecanismos moleculares que permitem o HLA estimular o crescimento e o movimento celular.
   O próximo passo da equipe será investigar como a integrina e o HLA funcionam em conjunto para promover o crescimento do câncer. A pesquisa sugere uma nova abordagem para travar a progressão da doença através da prevenção de angiogênese, processo pelo qual um tumor desenvolve a sua própria fonte de sangue.
    O estudo completo pode ser acessado na revista Nature.
 
 
Extraído do site: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/12806/ciencia-e-tecnologia/revelado-mecanismo-por-tras-da-rejeicao-do-transplante-de-orgaos

domingo, 28 de novembro de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL

Clínicas de Nefrologia em Alagoas- Adultos



  • Centro de Nefrologia de Maceió - CENEFROM
Responsável: Miguel Arcanjo da Silva Barbosa
Rua Deputado Eliseu Teixeira, 488
CEP: 57035240
Cidade: Maceió
Tel: 8233276312
Fax: 8233276312

  • Clínica Doencas Renais Ltda
Responsável: Arnon Farias Campos
Rua Prof. José da Silva Camerino, 1065
CEP: 57057250
Cidade: Maceió
Tel: 8233382210
Fax: 8233385076
Email:
sbr@veloxmail.com.br
  • Fundação Universitária Desenvolvimento e Pesquisa
Responsável: Maria Eliete Pinheiro Maux Lessa
Rua Lourival Melo Mota, s/n
CEP: 57000000
Cidade: Maceió
Tel: 8233222344
Fax: 8233222734
Email:
nefrologia@hu.ufal.br
  • Hospital Ortopédico de Maceió
Responsável: Patrícia Prutchansky
Rua Angelo Neto, 194
CEP: 57021530
Cidade: Maceió
Tel: 82 3360271
Fax: 82 33360271
Email:
paprutchansky@gmail.com
  • Instituto de Nefrologia Ribamar Vaz
Responsável: José Dagmar Ferreira Vaz
Rua Barão de Maceió, 288
CEP: 57020360
Cidade: Maceió
Tel: 8221236045
Fax: 8232211293
Email:
inv_scmm@yahoo.com.br
  • Serviço de Nefrologia/Hospital do Açucar Pronefrom
Responsável: Ebeveraldo Amorim Gouveia
Av. Fernandes Lima - Km 05, s/n - 1º Andar
CEP: 57035220
Cidade: Maceió
Tel: 8232415991
Fax: 82 3241 9020
Email:
ebeveraldo@uol.com.br
  • Unidade de Nefrologia de Alagoas - Unirim
Responsável: Fernando Melro Resurreição
Rua Ariosvaldo Pereira Cintra, 152
CEP: 57052580
Cidade: Maceió
Tel: 82 - 3338.1956
Email:
fresurreicao@uol.com.br

  • Instituto do Rim
Responsável: Francine Simone M. S. Almeida
Rua Esperedião Rodrigues, 112
CEP: 57300060
Cidade: Arapiraca
Tel: 8235221504
Fax: 8235221091
  • Nephron - Hospital Chama
Responsável: Indalécio Magalhães
Rod. Al 220 - Km 04
CEP: 57308000
Cidade: Arapiraca
Tel: 8235221929
Fax: 8235221929
Email:
indaleciom@hotmail.com



  •  Clínica de Doenças Renais de Palmeira dos Índios
Responsável: Flávio Teles de Farias Filho
Av. Deputado Medeiros Neto, 75
CEP: 57601370
Cidade: Palmeira dos Índios
Tel: 82 - 3421.3390
Email:
ccdrpalmeira@hotmail.com
  • Núcleo de Hemodiálise Graciliano Ramos Ltda. - Nephron II
Responsável: Milton Tenório Marques
Rua Bráulio Montenegro, 259
CEP: 57601440
Cidade: Palmeira dos Índios
Tel: 8234213381
Fax: 8235221929






Clínicas de Nefrologia em Maceió- Crianças


  • CENEFROM - CENTRO DE NEFROLOGIA DE MACEIÓ
Responsável: DR. MIGUEL ARCANJO BARBOSA
RUA DEPUTADO ELISEU TEIXEIRA
CEP: 57035-240
Cidade: MACEIÓ
Tel: 82 – 3327.6312
Fax: 82 – 3327.6312
Email:
cenefrom@bol.com.br
  • CENTRO INTEGRADO DE NEFROLOGIA - HU/UFAL
Responsável: DRA. MARIA ELIETE PINHEIRO MAUX LESSA
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROF. ALBERTO ANTUNES
CEP: 57000-000
Cidade: MACEIÓ
Tel: 82 - 322.2344
Fax: 82 - 322.2494
Email:
mvlv@fapeal.br




Mais informações sobre Centros de Nefrologia no Brasil, acesse: http://www.sbn.org.br/leigos/index.php?centrosNefrologia

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL

Serviço de nefrologia do HGE será ampliado após conclusão das obras de reforma.


   A aquisição dos novos equipamentos faz parte da estratégia para assegurar toda a infraestrutura necessária ao atendimento dos pacientes.
 
Repórter: Ednar Costa

   Médicos e enfermeiros do Hospital Geral do Estado (HGE) foram treinados sobre o funcionamento de duas novas máquinas de hemodiálise, que vão garantir a ampliação do serviço de nefrologia e melhoria da assistência aos pacientes graves que possuem insuficiência renal. Representantes do fabricante dos equipamentos repassaram informações técnico-operacionais sobre o seu devido manuseio.
   A aquisição dos novos equipamentos faz parte da estratégia da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e da gerência do HGE para assegurar toda a infraestrutura necessária ao atendimento dos pacientes.
   “Com o término das obras de reforma e ampliação do hospital, será imprescindível mais equipamentos. Por isso estamos nos antecipando na organização dos serviços”, informou Carlos Alberto Gomes, gerente geral do HGE, acrescentando que a Sesau já está providenciando processo licitatório para aquisição de kits de hemodiálise destinados às novas máquinas.
   De acordo com Carmen Dantas, gerente de enfermagem do HGE, os equipamentos possuem tecnologia de ponta e deverão entrar em funcionamento nos próximos meses. “Além do conhecimento técnico, os profissionais participaram de discussão de casos clínicos“, informou.
   Carlos Alberto Gomes destacou que o atendimento de pacientes graves no hospital geral teve um salto de qualidade com a implantação do serviço de hemodiálise, que passou a acolher de forma integral aqueles que apresentam insuficiência renal.
   “Com as sessões de hemodiálise sendo realizadas no HGE, deixamos de transferir pacientes graves internados com doença renal aguda para outras unidades hospitalares. Essa nova logística do serviço de nefrologia possibilitou um avanço na atenção à saúde de alta complexidade prestada pelo SUS em Alagoas”, destacou.

INSUFICIÊNCIA RENAL

A política Nacional de Transplantes


    A política Nacional de Transplantes de órgãos e tecidos está fundamentada na Legislação (Lei nº 9.434/1997 e Lei nº 10.211/2001), tendo como diretrizes a gratuidade da doação, a beneficência em relação aos receptores e não maleficência em relação aos doadores vivos. Estabelece também garantias e direitos aos pacientes que necessitam destes procedimentos e regula toda a rede assistencial através de autorizações e reautorizações de funcionamento de equipes e instituições. Toda a política de transplante está em sintonia com as Leis nº 8.080/1990 e nº 8.142/1990, que regem o funcionamento do SUS.


Para saber Legislação sobre o Sistema Nacional de Transplantes entre no site: http://portal.saude.gov.br/portal/saude

terça-feira, 23 de novembro de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL

Valor da hemodiálise é reajustado, e investimento no setor é de R$ 200 milhões


 
Quatro procedimentos de Terapia Renal Substitutiva terão aumento de 7,5% no valor da sessão. Medida amplia oferta de serviços no SUS

    A partir do próximo dia 1º, os serviços de hemodiálise em todo o país terão garantidos um incremento de aproximadamente R$ 200 milhões do orçamento do Ministério da Saúde. A medida beneficiará diretamente cerca de 70 mil doentes renais atualmente atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os recursos serão liberados por meio de portaria que será publicada na próxima semana e serão destinados ao reajuste de 7,5% no valor das sessões de hemodiálise como também à ampliação da oferta dos serviços na rede de saúde.
  Os investimentos do governo federal no setor de hemodiálise foram anunciados pelo Ministério da Saúde durante encontro, na tarde desta quinta-feira (9), entre representantes do ministério, da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e da Associação Brasileira dos Centros de Diálises e Transplantes (ACDT). Para o reajuste no valor das sessões serão destinados R$ 122 milhões por ano.
  O restante do investimento (cerca de R$ 78 milhões) será aplicado no chamado “encontro de contas”; isto é, na rechecagem da produção de hemodiálises pelos serviços habilitados em todo o país. “As medidas têm o objetivo de identificar a real demanda por este tipo de procedimento e, a partir disso, ampliarmos e aprimorarmos os atendimentos”, explica o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Alberto Beltrame. Todo ano, o SUS absorve cerca de cinco mil novos doentes renais.

REAJUSTES – Os percentuais de reajuste nos serviços de hemodiálise foram definidos a partir de negociações com as entidades representativas do setor e com base em parâmetros obtidos a partir de estudo técnico realizado pelo Ministério da Saúde. O aumento em 7,5% incidirá nos valores de quatro procedimentos.
  Todos eles referem-se à tabela da Terapia Renal Substitutiva (TRS). São dois procedimentos de hemodiálise realizados de uma a três vezes por semana. Essas sessões passarão a custar R$ 155. Os outros dois procedimentos de hemodiálise que sofrerão reajuste estão relacionados ao tratamento de pacientes portadores de HIV. Nestes casos, os valores aumentarão de R$ 213,76 para 229,79.
  “Este investimento é resultado de um grande esforço orçamentário do Ministério da Saúde”, afirma o secretário Alberto Beltrame que, durante o encontro com representantes da SBN e da ABCDT, destacou a importância da manutenção do diálogo entre o governo e o setor para a permanente qualificação dos serviços de hemodiálise no país. As entidades que participaram do encontro aprovaram os investimentos anunciados e reconheceram a dedicação e a transparência do ministério no processo de negociação.

ESTUDO – A análise realizada pelo Ministério da Saúde para a definição técnica do reajuste de 7,5% no valor dos procedimentos é resultado de consultas a cerca de 20% do total de clínicas (aproximadamente, 630) que atualmente estão habilitadas para oferecer serviços de hemodiálise por meio do SUS. As unidades preencheram um questionário que avaliou desde aspectos gerais dos serviços (tamanho, localidade, instalações/equipamentos, aquisição de insumos/escala de atendimento, tributação) até o custo deles com recursos humanos.
  O levantamento feito pelo ministério é um recorte de um grande estudo sobre o setor que está sendo realizado pelo Ibope em parceria com o Hospital Oswaldo Cruz. A expectativa é que esse amplo diagnóstico seja concluído até o final deste ano.

IMPACTO– Somente em 2009, o Ministério da Saúde investiu R$ 1,6 bilhão nos serviços de hemodiálise pelo SUS. Este valor corresponde a um acréscimo de 141% em relação a 2001. Com os R$ 200 milhões de incremento, o investimento do governo federal no setor chegará a R$ 1,8 bilhão.
  A rede pública conta com cerca de 630 serviços habilitados para o atendimento a doentes renais, que recebem atendimento integral e gratuito. Em 2004, eram 483 unidades. Todos os estados e o Distrito Federal têm pelo menos um serviço habilitado.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

INSUFICIÊNCIA RENAL

Pacientes graves com insuficiência renal têm tratamento especializado no HGE

   
  
        Desde março, HGE dispõe de quatro máquinas de hemodiálise para assegurar o tratamento de pacientes graves internados
    Medidas simples como praticar exercícios físicos, ter uma dieta saudável, não fumar e controlar a hipertensão e o diabetes podem prevenir o surgimento das doenças renais. Para aqueles que já desenvolveram insuficiência renal, a hemodiálise é um dos tipos de tratamento que garante a melhoria da qualidade de vida.
    Para pacientes que estão internados em unidades hospitalares e são portadores de insuficiência renal, poder contar com um serviço de hemodiálise que faz toda a diferença na assistência à saúde. Esse é o caso do Hospital Geral do Estado (HGE), que desde março dispõe de quatro máquinas de hemodiálise para assegurar o tratamento de pacientes graves internados.
     De acordo com o gerente geral do HGE, Carlos Alberto Gomes, o atendimento de pacientes graves no hospital geral teve um salto de qualidade com a implantação do serviço de hemodiálise, que passou a acolher de forma integral aqueles que apresentam insuficiência renal.
    “Com as sessões de hemodiálise sendo realizadas no HGE, deixamos de transferir pacientes graves internados com doença renal aguda para outras unidades hospitalares. Essa nova logística do serviço de nefrologia possibilitou um avanço na atenção à saúde de alta complexidade prestada pelo SUS em Alagoas”, destacou.
    A médica nefrologista, Luciana Sampaio, informou que o serviço de nefrologia do hospital é formado por uma equipe de oito médicos nefrologistas, uma enfermeira e dois técnicos de enfermagem.
   “As sessões de hemodiálise são realizadas no período da tarde e tem como objetivo aumentar a sobrevida dos pacientes graves que não têm condições de serem transferidos para realizar diálise”, explicou, acrescentando que desde a implantação do serviço já foram feitas cerca de 170 sessões de diálise.

Tratamento - A hemodiálise é uma terapia de substituição renal, que consiste na remoção do líquido e substâncias tóxicas do sangue com um rim artificial. É o processo de filtragem e depuração de substâncias indesejáveis do sangue como a creatinina e a uréia.
    Os especialistas recomendam que a população faça, uma vez por ano, exames laboratoriais para avaliar a função dos rins, como sumário de urina e exame de sangue para verificação da dosagem de uréia e creatinina.
    As pessoas que são acometidas por doenças que levam a perda das funções dos rins podem apresentar sintomas como fraqueza, perda de apetite, náuseas, vômitos, inchaços, palidez, falta de ar e anemia.

Fonte : Agência Alagoas

INSUFICIÊNCIA RENAL

LISTA DE ESPERA DE TRANSPLANTE DE ÓRGÃO


Extraído do site: http://portal.saude.gov.br/